Aprendemos a falar, andar, escrever… mas quase nunca aprendemos sobre o que sentimos.
Essa foi uma das reflexões que surgiram em uma sessão, a partir da leitura do livro Emocionário.
Falávamos sobre expectativa, aquela esperança de que algo bom aconteça, que pode tanto animar quanto machucar.
A verdade é que a expectativa em si não é um problema. Ela pode até ser um tempero da vida. Mas quando cresce sem escuta interna, sem preparo emocional, sem consciência do que estamos sentindo… ela pesa.
Porque, sim, aprendemos muita coisa ao longo da vida. Mas quase nunca aprendemos a lidar com o que sentimos.
Por isso, abrir espaço para sentir, nomear e cuidar das emoções é um ato de coragem e também de recomeço.
Ficar na expectativa pode despertar entusiasmo, sim. Mas também pode pedir presença, paciência e acolhimento.
E você? Sente que aprendeu a lidar com suas emoções, ou teve que aprender sozinha?